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Epidemiologia, Etiologia, Classificação e Diagnóstico das Espondiloartrites

As Espondiloartrites (EAPs) são um grupo de doenças reumáticas crônicas, inflamatórias, que apresentam em comum aspectos clínicos, fisiopatológicos, radiológicos e genéticos.¹ Há um dado clínico comum que é a lombalgia inflamatória crônica, com ou sem artrite periférica, envolvimento enteseal e manifestações clínicas extra-aparelho locomotor.

Atualmente, de acordo com critérios estabelecidos estão incluídos neste grupo a Espondilite Anquilosante (EA), Artrite Reativa (Are), Artrite Psoriásica (APs), Artropatia das Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), Espondiloartrites Indiferenciadas (EAPsI) e Arrtrites Crônicas da Infância (ACI).²

O termo Síndrome de Reiter não é usado mais como epônimo, sendo usada a sinonímia desta doença como Artrite Reativa.² As EAPs ainda não tem uma etiologia conhecida, apesar de no grupo das Are serem citados os agentes infecciosos de acometimento da mucosa geniturinária (Chlamidia trachomatis) e mucosa intestinal como (Escherichia coli). Grandes avanços ocorreram no entendimento das associações com as participações genéticas notadamente vinculadas ao 6° par de cromossomo com o antígeno de histocompatibilidade HLA B27.

Estas doenças³ são muitas vezes similares, necessitando de melhor compreensão desta similaridade para o diagnóstico através de técnicas de imagenologia como a ressonância magnética, e atualmente com abordagens de melhor visualização como a manobra em STIR para melhor definição de processo inflamatório nas articulações sacroilíacas. Vários estudos têm sido realizados sobre as diferentes hipóteses explicativas da fisiopatologia das EAPs, o que tem contribuído para um melhor conhecimento das suas bases genéticas.

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